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2004-04-22

Não queremos a verdade submersa

O Jornalista do DN, Manuel Carlos Freire escreve um texto sobre a compra de submarinos, pelo governo português. Nesse texto é afirmado pelo senhor jornalista, que a NATO considerou este investimento um desperdício. E disse mais, que a NATO tinha recusado um pedido da Marinha portuguesa para que a organização aliada apoiasse e justificasse a existência daquele programa. Segundo o referido jornalista, estas informações foram dadas por fontes aliadas.

No entanto, tanto a marinha como o governo afirmaram que não tinha conhecimento destas afirmações da NATO, o que nos coloca num problema. Será que as fontes do Sr. Manuel Carlos Freire, existem? Se existem porque é que ninguém as conhece? Ou estará o senhor jornalista a enganar a opinião pública.

É que essa situação pode estar a acontecer. Se assim for este senhor tem de ser punido, por manipulação da opinião pública. Como é possível que alguém possa mentir ou inventar noticias e não ser investigado. A alta autoridade para a comunicação social já não existe. Então quem defende o público, de possíveis afirmações falsas ou enganosas?

Até quando temos de aguentar profissionais destes? E a direcção do jornal, não se questiona se as fontes são reais?

Estive a ler o Código Deontológico dos Jornalistas, e transcrevi parte dele. Nestes dois pontos parece claro quais são as responsabilidades dos jornalistas. No ponto 1, é dito que os factos devem ser comprovados, relatados com exactidão e interpretados com honestidade. No ponto 5, podemos ver que o jornalista deve assumir responsabilidade de todos os seus actos profissionais e promover uma pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas.

Deixo aqui um desafio ao jornalista Manuel Carlos Freire. Prove que o que escreveu é verdade ou não sendo faça uma pronta rectificação.

A opinião pública não pode ser manipulada, queremos jornalismo profissional.


Código Deontológico do jornalista (parte)

1. - O jornalista deve relatar os factos com rigor e exactidão e interpretá-los com honestidade. Os factos devem ser comprovados, ouvindo as partes com interesses atendíveis no caso. A distinção entre a noticia e opinião deve ser ficar bem clara aos olhos do público.

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5. – O Jornalista deve assumir a responsabilidade por todos os seus trabalhos e actos profissionais, assim como promover a pronta rectificação das informações que se revelem inexactas ou falsas. O jornalista deve também recusar actos que violentam a sua consciência.

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O agora lider dos radicais de esquerda



É com alguma tristeza que vejo a degradação do percurso politico do Dr. Mário Soares. Um homem que foi um símbolo da liberdade, lutando contra o autoritarismo do regime do Estado Novo e depois contra os totalitaristas de extrema esquerda que dominaram o nosso pais entre o 11 de Março e o 25 de Novembro de 1975.

Embora tenha cometido enormes erros nessa altura turbulenta do nosso pais, em que a descolonização não foi o mais pequeno, não me posso esquecer daquela manifestação na Alameda D. Afonso Henriques, em que 100.000 portugueses estiveram com ele e contra os extremistas do PCP e do MFA, liderados por Otelo.

Mas a pouco e pouco veio perdendo a sua performance, tendo sido exonerado por Ramalho Eanes e depois completamente derrotado por Cavaco Silva. Em trinta anos de democracia, só esteve durante 4 anos no poder, o que nos dá a dimensão politica do Dr. Mário Soares como estadista. Verdadeiramente reduzida. É um homem que serve para criticar e não para criar.

Veio a renascer nas eleições presidenciais de 1986, mas não por valor próprio. O Dr. Soares valia nesse momento para os portugueses, cerca de 25%. Podemos verificar isso através dos dados da CNE.



Acabou por ser eleito, pelos votos úteis de toda a esquerda. O centro direita votou massivamente em Freitas do Amaral. Muitos esquerdistas votaram no mal menor e esse mal menor era o Dr. Mário Soares.

Mas a carreira politica de Mário Soares, entrou desde a sua saída da presidência, num acentuado declive . Foi para o parlamento europeu, pensando que ganhava as eleições para presidente, mas como todos sabemos foi derrotado. A sua falta de elegância pela derrota foi enorme e envergonhou todos os portugueses.

Mas a sua atitude tem piorado progressivamente. Tens vindo a fanatizar e a tornar-se um radical de esquerda. E vimos isso nas eleições para a CML, em que tentou ajudar o seu filho, com uma campanha ordinária, insinuando que PSL era um fascista. Utilizou os seus amigos de esquerda, dos tempos revolucionários do 25 de Abril, que estão como podemos ver nas urnas, perfeitamente ultrapassados.

Tanto nestas eleições, como na saída da Dr.ª. Maria Barroso da presidência da Cruz Vermelha, não soube perder e tenta de uma forma não democratica, mas sim tipica dos radicais, vingar-se. Não podemos esquecer o ataque continuo ao Dr. Paulo Portas.

A sua posição em relação aos EUA é igual e alinha com a do BE. É de uma intolerância enorme e uma fixação para este ancião. Só pensa na teoria da conspiração e nas seitas evangélicas.

Defende o diálogo com os terroristas da Al-Quaeda, que querem a destruição da Ocidentalidade – da cultura ocidental.

A sua estratégia é agora utilizar a notoriedade que ainda tem, para passar as suas ideias. Mas tem de fazê-lo de uma forma muito especifica. Em entrevistas e comentários preparados antecipadamente.

Exemplo 1 – Entrevista no programa Sociedade Aberta, na SIC Noticias. O entrevistador, António José Trindade, estava subserviente ao Dr. Mário Soares e fazia perguntas previamente combinadas. Que profissional!!!

Exemplo 2 – Recusou, pois tem consciência das suas enormes limitações, um frente a frente com o líder do CDS/PP. Soube atacar e caluniar, mas só à distância. Tem medo do frente a frente.

São métodos pouco democráticos e só utilizados pelos radicais de esquerda, de quem ele quer ser líder e onde está em confronto directo com o Dr. Anacleto Louçã.

O Flop dos Sindicatos da Policia



A ASPP-Associação Sócio Profissional da Policia, convocou mais uma manifestação no dia 21 de Abril e que terminou no Terreiro do Paço, junto ao Ministério da Administração Interna.

Ao inicio a ASPP, os dirigentes desta organização ainda tentaram esconder o sol com uma peneira, dizendo que pelo 5.000 agentes tinham desfilado na manifestação.

Mas a pouco e pouco, alguns medias foram divulgando o numero de participantes e que segundo parece, ficou-se pelos 1.500 agentes.

Como estávamos à espera que os medias controlados pela esquerda como a SIC Noticias e a TSF, falseassem o numero de agentes presentes, para mais uma vez enganarem a opinião pública, deslocamo-nos ao Terreiro do Paço para vez a manifestação in-loco.

Não são precisos mais comentários. Aqui fica a prova.





É necessário que a maioria que não se manifesta saiba o que na verdade acontece, pois a manipulação é evidente, mas começa a ser combatida.

Mais exemplos como estes serão desmascarados no nosso blog.

A imprensa Manipula


Será que não é demais? Será que não andam a abusar da nossa paciência ou será que nos acham todos tolos?

Afinal quem é a voz da verdade, quem é que dá informação honesta, para já não falar de isenta e verdadeira.

Salvo honrosas excepções, cada vez mais temos de suportar “jornalistas estrelas”, que em vez de se limitarem a transmitir informação, não perdem a oportunidade para brilhar frente às câmaras e entrar em casa dos portugueses, com a postura arrogante de quem pensa que é dono da verdade. Usam assim uma postura agressiva e desequilibrada para expressar nada mais que a sua própria opinião, como se o Zé Povinho, estivesse interessado em saber o que eles pensam.

Um bom exemplo deste tipo de protagonismo é o João Adelino Faria, que frequentemente brilha no SIC Noticias, com o seu discurso tendencioso condimentado com uma pitada de arrogância, que por vezes é apaladada pela má educação para com os entrevistados ou até, como foi o caso da cobertura das eleições espanholas, extravasar a sua função de repórter para se entregar ao uso da sua opinião, possivelmente mandatado pelo Dr. António Costa, irmão do seu director.

Em alternativa, usam a palavra para desequilibrar debates, dando tempo aqueles que partilham da sua “valorosa opinião” ou para não deixar falar os que pelo contrário, pensam de forma diversa.

Outro modelo em voga, é o seguido por certos espécimes, que não têm um pingo de bom senso, espero que aparentemente, surgem ao serviço de algumas personalidades, bem ensaiados, perece que até cronometrando o tempo e fazendo as perguntas encomendadas pelos entrevistados.

O melhor exemplo deste tipo de jornalismo subserviente é o António José Teixeira. As suas entrevistas ao Dr. Mário Soares, mais parecem os anúncios da TV Shop, onde as perguntas feitas já tem respostas preparadas e antes de respondidas já todos sabemos a resposta. Um escândalo. Mas a nós só nos resta assistir ao show de V.Exa ao serviço deste ou daquele, a promover a (des)informação da opinião pública. Sim, porque o público, cada vez mais é escravo da tirania da deformação jornalística, porque este tipo de informação, fruto da idolatrada e intocável liberdade de imprensa, a opinião pública, crédula pelo que consume, está cada vez mais amorfa e goza cada vez menos .....

Será isto liberdade? Afinal onde está a liberdade de Abril?

Não podemos cair na armadilha dos radicais de esquerda que dominam os mass media. Não podemos continuar calados. Vamos dar a nossa opinião e chamar a atenção para as manobras dos extremistas.

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